3 jun 2016 19h44Atualizado em 3 jun 2016 19h44

De Quirinópolis para as mais importantes maratonas do Brasil

BARRADOS

Aos 35 anos de idade, natural de Formosa- GO, Cristiano Gualberto viveu em Alvorada do Norte-GO, até 2001, quando se mudou para Rio Verde, após ser aprovado em concurso do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás. Três anos mais tarde, fixou residência em Santa Helena de Goiás e desde agosto de 2015 passou a residir em Quirinópolis, onde ocupa o posto de Sargento no Corpo de Bombeiros.


         Em 2012, Cristiano sofreu um grave acidente, perto de Acreúna. O carro em que ele estava colidiu com uma carreta. “Quase morri. Foi Deus quem colocou a mão”, destaca Cristiano, que em decorrência do acidente teve que operar o joelho. Talvez pelo fato de ter feito uma cirurgia justamente no joelho é que Cristiano não imaginava que um dia se tornaria um apaixonado por maratonas. Ele conta que, há um ano e meio atrás, começou a correr, com o objetivo de sair da rotina. As primeiras provas foram de 5 e 10 km, passando depois para as meias-maratonas de 21 km, o que se tornou um vício.


         As primeiras participações em provas foram ao lado de amigos de Rio Verde e Santa Helena. Já esteve em Goiânia, Brasília, Uberlândia, São Paulo, Belo Horizonte, entre outras cidades. Em apenas um ano e meio, Cristiano já participou de cerca de 25 provas oficiais de corridas de rua. “Claro que sou amador como muitos colegas e corremos por prazer, mas damos o máximo para conseguir chegar. Assim, aos poucos, de 5 km chegamos à prova de maratona que é de 42 km”, diz Cristiano. Segundo ele, o próximo desafio é a ultramaratona de 56 km e depois a de 70 km. Dentre as provas que já participou, estão: São Silvestre (2015), onde mais de 30 mil pessoas estiveram na Avenida Paulista, em São Paulo; Maratona de São Paulo (2016) e Maratona Caixa, no Rio de Janeiro (maio de 2016).


         Cristiano dá dicas para quem quer começar a correr. Além de se preparar fisicamente e de fazer um check-up médico, ele explica que é importante se atentar para os gastos que se tem ao participar de um evento (viagens, hotel, inscrição, tênis adequado, suplementos, etc).


         “Nada melhor que participar de uma prova de corrida de rua sofrida (42km), com joelho operado, sem muito tempo para treinar (o que poderia nos render um tempo melhor de prova) e sobretudo em uma bela cidade, tendo sua família te esperando na chegada. É gratificante e prazeroso! E digo mais: só quem corre, sabe o bem que isso faz para o corpo e para a mente! Quem não corre, pode até achar exagero nossas colocações! Só sei que em menos de 2 anos, foi-se embora 12 kg, respiração hoje 100% e a pressão arterial então, continua na casa dos 12x8. Acho que só isso justificaria essa ‘correria’”, escreveu Cristiano, nas redes sociais.
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